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Imagem de destaque - Venda de álcool líquido será proibida novamente a partir do dia 29

Um acidente trágico mudou completamente a vida de Pedro Ernesto Martinez quando tinha apenas 17 anos. Após ser queimado gravemente por álcool durante um churrasco em família, ouviu palavras de conforto de outra vítima, mesmo em uma situação ainda mais delicada. Desde então, Pedro Ernesto luta para superar as marcas físicas e emocionais desse episódio.

A proibição da venda de álcool líquido com alta concentração, implementada em 2002, foi temporariamente suspensa em 2020 devido à pandemia de covid-19, mas está prevista para ser retomada em breve, segundo a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Pedro Ernesto é apenas uma das milhares de vítimas de queimaduras no país a cada ano. Muitos desses acidentes ocorrem durante churrascos e fogueiras, especialmente devido ao uso imprudente de álcool líquido.

Seu acidente, ocorrido em 2014, deixou marcas físicas e emocionais profundas. Após meses de tratamento doloroso e caro, ele tenta seguir em frente, encontrando conforto na realização de seu trabalho como bartender.

A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) contesta a proibição da venda de álcool líquido, argumentando que o produto é essencial para a higienização de ambientes, especialmente durante a pandemia.

No entanto, Pedro Ernesto apoia firmemente a proibição, consciente dos perigos que o álcool líquido representa. Ele compartilha sua história como um alerta sobre os riscos do manuseio impróprio desse produto.

Apesar das dificuldades enfrentadas, Pedro Ernesto encontrou forças para seguir em frente, buscando a felicidade e valorizando cada momento da vida. Ele aprendeu a encarar os desafios com coragem e determinação, transformando uma tragédia em uma lição de superação e gratidão.

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