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O Paraná é abastecido com 10 mil doses de vacina antirrábica pela Secretaria de Saúde

A Secretaria de Estado da Saúde (Sesa) recebeu nesta terça-feira (20) um lote de 10 mil doses da vacina antirrábica, que tem como objetivo prevenir a raiva em humanos. A raiva é uma doença infecciosa transmitida entre animais e para as pessoas, sendo quase sempre fatal.

As doses serão distribuídas a partir desta quarta-feira (21) e são suficientes para atender a demanda mensal das Regionais de Saúde.

É importante ressaltar que nem todos os casos de acidentes com animais que causam a necessidade de vacinação antirrábica. As equipes de saúde dos municípios devem avaliar cada caso individualmente. Acidentes causados por animais saudáveis, como cães e gatos, que podem ser observados, podem dispensar a profilaxia antirrábica.

O Paraná possui uma situação epidemiológica favorável em relação à raiva, sendo considerado uma área controlada para raiva em cães e gatos desde 2005, quando foi registrado o último caso em animais dessas espécies.

“Recebemos as doses do Ministério da Saúde em quantidade suficiente para atender todo o Paraná. É importante que as pessoas completem o esquema vacinal recomendado para esta vacina. Há quase 20 anos não temos casos da doença e queremos manter essa situação”, afirmou o secretário de Estado da Saúde, Beto Preto.

A raiva é transmitida por meio de mordeduras, lambeduras ou arranhões de mamíferos contaminados. Além de cães e gatos, animais silvestres como morcegos, raposas, quatis e saguis também podem transmitir a doença. O esquema de vacinação antirrábica pós-exposição consiste em quatro doses aplicadas ao longo de três semanas.

Existem critérios para determinar a necessidade ou não de administração da vacina em acidentes com cães e gatos. Estes critérios incluem a condição do animal no momento do acidente, se estava saudável ou apresentava sinais de raiva, a possibilidade de observação do animal por um período de 10 dias, a procedência do animal e a gravidade do acidente.

Se não for possível observar o animal, é recomendada a administração do esquema de vacinação indicado. Caso o paciente se enquadre nos critérios, o município de residência deve agendar a vacinação. Caso a cidade não possua doses disponíveis, pode solicitar à Regional de Saúde correspondente.

Além da vacina, existem cuidados simples que podem ajudar a prevenir a infecção. Após ser agredido por um animal, é importante lavar o local da lesão com água e sabão para remover sujeiras, incluindo a saliva. A pessoa deve buscar imediatamente uma Unidade de Saúde e relatar o ocorrido ao profissional, que avaliará a gravidade do caso.

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Imagem de destaque - Angeli