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A indústria do Paraná iniciou 2024 em crescimento, conforme a Pesquisa Mensal Industrial (PIM) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgada nesta quarta-feira (13). O setor industrial paranaense registrou um aumento de 1,9% em janeiro, enquanto o Brasil apresentou uma queda de 1,6% no mesmo período.

O Paraná se destacou como a única região sulista a registrar crescimento na indústria, contrastando com Santa Catarina, que teve uma queda de 3,1%, e Rio Grande do Sul, com uma retração de 3,8%. Entre as 15 regiões analisadas pelo IBGE, o Paraná teve o quinto melhor desempenho do país, ficando atrás apenas de Amazonas (16,7%), Mato Grosso (4,4%), Região Nordeste (3,2%) e Bahia (2,1%).

Esses números refletem um crescimento consistente da indústria paranaense nos últimos meses. Na média móvel trimestral, que suaviza os efeitos de variações pontuais, o Paraná registrou o terceiro melhor desempenho do país, com uma alta de 1,6%, ficando atrás apenas de Amazonas (7,3%) e Ceará (2,1%).

Além disso, houve um aumento de 3,9% na comparação entre janeiro de 2024 e janeiro de 2023, e uma alta de 1,9% nos últimos 12 meses. Em 2023, o Paraná encerrou o ano com um crescimento de 1,5%.

O crescimento da indústria paranaense em janeiro foi impulsionado por setores que apresentaram um desempenho acima da média. O maior aumento registrado no estado foi no setor de derivados de petróleo e biocombustíveis, com uma alta de 17,8% em relação a janeiro de 2023. Outros setores que registraram aumento foram a fabricação de bebidas (6,6%), produtos alimentícios (6,3%), indústrias de transformação (1,9%) e móveis (1%).

Em contrapartida, a indústria brasileira registrou um aumento de 0,4% no acumulado dos últimos 12 meses e de 3,6% na comparação entre janeiro de 2024 e janeiro de 2023. Na média móvel trimestral, houve uma queda de 1,6%.

As atividades industriais que mais se destacaram no país foram as indústrias de impressão e reprodução de gravações, com um aumento de 10,8%, seguidas pela fabricação de equipamentos de transporte, com um aumento de 8,4%, e as indústrias extrativas, com um crescimento de 7,4%.

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